Dear White People
Séries e TV - Drama, Comedy
Cara Gente Branca (2017)
(Dear White People)
  • País: US
  • Classificação: livre
  • Estreia: 28 de Abril de 2017
  • Duração: indisponível

Dear White People - 2ª Temporada | Crítica

Ainda mais ácida e segura de si, série ataca intolerância disfarçada de liberdade de expressão

Depois de transformar o filme Cara Gente Branca, premiado em 2014 no Festival de Sundance, em 10 episódios lançados na Netflix em 2017, Justin Simien retorna em grande estilo para mais uma remessa de capítulos impecáveis. Dessa vez, a missão é expandir a história além do argumento original, usando os reflexos dos eventos vistos na primeira temporada para não apenas solidificar a personalidade dos personagens principais, mas para contar novas e interessantes histórias. Com o protagonismo melhor dividido, o segundo ano de Dear White People ganha complexidade e intensidade - se é que é possível - ao falar essencialmente sobre a desonestidade intelectual de quem esconde discursos de ódio atrás da lógica deturpada de liberdade de expressão.

Se na primeira temporada o maior destaque na direção ficou com Barry Jenkins, ao mostrar Reggie (Marque Richardson) na mira de uma arma no "Chapter V", Simien conseguiu mostrar o peso de sua assinatura na série no segundo ano. O melhor momento da trama se dá no "Chapter VIII", um dos três dirigidos por Simien na nova temporada, ocupado integralmente com o que se torna um discussão de relação entre Samantha (Logan Browning) e Gabe (John Patrick Amedori) - o auge é uma sequência sem cortes de quase cinco minutos onde a dupla e a câmera passeiam livremente pelo ambiente enquanto um texto cortante é cuspido no público sem piedade. Assim como no caso de Reggie, a cena é paralelamente a base de uma discussão sobre situações que são cotidianamente banalizadas e o potencial delas de tomarem proporções assustadoras.

Samantha abre espaço durante boa parte da temporada para que personagens como Coco (Antoinette Robertson), responsável por um dos melhores momentos da série no episódio dirigido por Kimberly Peirce, brilhem. Todos os personagens que lideram episódios, incluindo ainda Joelle (Ashley Blaine Featherson), Troy (Brandon P Bell), Lionel (DeRon Horton) e Reggie, dão conta do recado ao expor suas narrativas. Cada um segue mostrando como o racismo, ainda que sentido coletivamente, possui desdobramentos muito particulares. Reggie vivendo com seu trauma, Joelle personificando debates como o da solidão da mulher negra e Troy lidando com a pressão de corresponder às expectativas de ser o legado da luta de seus antepassados são coisas que mostram o potencial da série em abordar de forma clara discussões importantes.

Através de Lionel, a série aborda questões muito delicadas tanto sobre a empatia entre minorias sociais distintas quanto da total ausência dela. Há passagens cortantes do cotidiano do rapaz que ficam ainda mais impactantes pela naturalidade como são apresentadas na tela - como o momento em que um rapaz diz que não flerta com homens negros, como se o que ele chama de preferência nesse caso não fosse algo socialmente construído. Usando o processo de amadurecimento do personagem em relação a sua sexualidade como pano de fundo, a segunda temporada mostra Lionel se reconhecendo em questões particulares do jovem latino Wesley Alvarez (Rudy Martinez) ao mesmo tempo em que se decepciona repetidamente com outros rostos do núcleo LGBT - em especial, Silvio (D.J. Blickenstaff).

Um ponto alto da segunda temporada são também as participações especiais. Se o primeiro ano divertiu com Defamation, a paródia de Scandal, por exemplo, o segundo ano apresenta Prince O 'Pal-ities, novo programa fictício de TV protagonizado pela ótima Lena Waithe e que usa a série Empire como base. Outros convidados interessantes são Tyler James Williams, que vive Carson Rhodes, e Tessa Thompson, que interpreta seu extremo oposto, a reacionária Rikki Carter. A participação de Thompson é especialmente interessante levando em conta que a atriz deu vida a Samantha no filme original - Williams também estava lá, como Lionel - e, em sua passagem na série, ela enfrenta a protagonista em uma cena ótima sobre sobrevivência e ética.

Uma coisa genial que fica clara nessa temporada é a habilidade de Simien em converter realidade em ficção. Quem acompanhou os ataques que a primeira temporada sofreu, sendo acusada de “racismo inverso” e outros absurdos, percebe que a série é, de certa forma, metalinguística ao parodiar de forma recorrente algo pelo qual ela mesma foi criticada. Ao longo de toda a temporada, diversos arquétipos de racistas são exemplificados, dos mais explícitos - como o rosto por trás da conta @AltIvyW - até os mais pateticamente cotidianos, como o rapaz branco que usa uma camisa escrita Black Lives Matter ao mesmo tempo que trata todos os negros a sua volta com condescendência.

Ao longo da temporada, a série usa flashbacks de décadas passadas para exemplificar como comportamentos segregacionistas do passado seguem gerando reflexos no mundo contemporâneo - isso é genial do ponto de vista de entender como a opressão passa por metamorfoses para se tornar mais sofisticada e, com isso, não desaparecer. Esses flashbacks estão também ligados ao principal mistério da temporada, ligado à criação de sociedades secretas universitárias. Contudo, essa trama, liderada por Samantha e Lionel, derrapa ao plantar signos demais sem dar respostas concretas de para onde empurrará a trama em suas próximas temporadas. O próprio desfecho é confuso e o impacto dele está mais ligado ao ator que aparece do que ao que acontece na tela.

É surpreendente que a segunda temporada tenha conseguido ser ainda melhor que seu primeiro ano, já bem acima da média. De modo geral, a série ganha segurança: a impressão é de que a nova remessa de episódios começa com as raízes fincadas na ousadia do ano de estreia. A soma de um elenco talentoso e de um roteiro impecável gera alguns dos melhores diálogos que o espectador poderá encontrar no mar de produções televisivas atuais, com humor irônico e drama sincero. Poucas atrações divertem e emocionam de forma tão orgânica sem abandonar um discurso importante como Dear White People tem feito na Netflix. Justin Simien discute os limites da nossa sociedade, as consequências e a origem do ódio, a crueldade disfarçada de ingenuidade do opressor e a vitória da resiliência perante as fragilidades do oprimido: é entretenimento educativo da melhor espécie.

Nota do crítico (Ótimo) críticas de Séries e TV
 

O ódio da direita pela série só mostra uma coisa, ela foi muito bem sucedida, parabéns ao autor, e para os direitistas aceita que dói menos ;)

dá dois minutos zoando um desses direitistas "isentões" que eles logo se revelam.

o negro da casa grande kkkkkkkkkkkkkk malcom x falou á seu respeito.

charlottesville mandou lembranças

mi mi mi mi não sou racista mi mi mi mi não gosto que me exponham ai ai que dorzinha no bumbum depois de mais uma série que me desmascara.

esse diretor é muito bom fico impressionado.

e inacreditável como essa série não bombou ainda é genial.

respostas rasas e prontas que nem o seu primeiro comentário? hahaha realmente são pessoas bem chatas

Sim vai lá na Amazon veja Transparent, acho que vc vai gostar muito!

Excelente série! Me faz rever bastante minhas atitudes e condescendências, também interessante pela reflexão que dá pra se fazer ao ler os comentários. O ódio segue a passos largos e galopantes.

É tão ruim ter sua raça esteriotipada nas mídias, não é? Me fale sobre isso.

"Discurso de ódio é qualquer forma de pronunciamento que promova o ódio" acertou até aqui, depois foi desonesto intelectualmente, corrijo: Discurso de ódio é qualquer forma de pronunciamento que promova o ódio seja de direita ou de esquerda.

você é mulher?

nao é queridinha , é homem , alex boquetal tá ali no nome ,deve ser traveco

Alex Baraçal , você é homem? ou traveco, tem uma foto de menina no teu avatar, deve ser traveco, me diz

PUTS.... mas vamos combinar, se faz parte da turma da lacraçao, ai pode... so brincadeirinha.

https://uploads.disquscdn.com/images/de7a08be088cc75e6be19c4f6850ccea2fb0a7b3298540000c5de0a21dd50b7a.jpg O que acha desse comentário do autor?

Santo lacre!

Cara, eu nunca vi ninguém tentar tirar o foco do racism0 contra pretos com racism0 contra brancos.

Parei por aqui. Passar bem, santa ignorância.

Eu entendo perfeitamente, você acredita que somente pretos sofrem racism0.

Desculpa, você entende o que eu falo? Ou só pega as partes que lhe importa, e cria uma outra interpretação na sua cabeça? Você não merece o nick do senhor Bendis.

Eu nunca disse que não existe, só tentam tirar o foco pra outro problema sempre que isso vira assunto.

Não tô ignorando nada, só estou mostrando para lacradores que não creditam que existe racism0 contra brancos uma branca vítima de racism0.

Eu te apresento o Black Lives Matter. https://youtu.be/6ZKzhjwJSbg http://sensoincomum.org/2016/08/02/black-lives-matter-racismo-ideologico/ https://youtu.be/SL8f5iWrzN0

Além de que, a série na notícia retrata a realidade dos ESTADOS UNIDOSSSS,não de outros lugares.

Eu não disse que não acredito nisso, como se não existisse. Vocês tão confundindo muito as coisas. Se alguém fala de racism0, outra pessoa já pega casos de racism0 com ...branc0s? É o que,pra aliviar a conscienca ou ignorar o problema?

Realmente,parece que esta série foi muito mais elogiada pela crítica do que pelo público.No Rotten Tomatoes,a porcentagem de aprovação do público é bem menor que a da crítica.

https://youtu.be/I76J0A2fVrI

Quase todos os personagens branco..Dã é uma sátira. Óbvio que vão colocar os personagens principais em situações ridículas colocadas pelos brancos, justamente pra retratar a realidade. Se todos fossem sensatos não teria plot. Wtf

Deve ser horrível ser homem, branco,hetero e empresário. Ô dó.

Você não viu a série.

Eles veem todos os indivíduos que não pertencem ao movimento negro como máquinas defeituosas que precisam de um conserto.E isto,Dear White People exemplifica muito bem.Quase todos os personagens brancos são estereotipados e agem como bobos. Francamente,nem os filmes brasileiros conseguem atingir este nível de desonestidade.

O mais engraçado é que o cara que faz a crítica é um lacrador racista.

Tive que rir também de uma pessoa que não acredita nisso.

Grande bosta racista.

Como eles imaginam?

Acho engraçado essas pessoas rasas de respostas prontas e que gostam de colocar rótulos. Não fico surpreso. Provavelmente quer me chamar de fascista também.

Eu não teria feito esse comentário se eu não tivesse assistido.O objetivo desta ficção é claramente mostrar que o mundo é exatamente como os militantes do movimento negro imaginam.Então,não há como defini-la de outra maneira.

Assista e verás. Não é propaganda. É tema.

De tudo o que você escreveu a única coisa em que concordo é que sim, você é racista.

Rafael Gonzada. Parabéns pela crítica. Você sintetizou tudo o que a série representa. A tristeza fica pelos comentários do leitores mesmo.

Qualquer série hoje que não tenha um elenco majoritariamente branco é chamada de "panfletária"? Que mundinho es***to esse que a gente tá vivendo.

Exatamente!

O ep Sam e Gabe para mim foi o melhor. Todo aquele Take só dos dois. Foi impressionante. E ainda com um debate produtivo e q acrescenta tanto para série como para o telespectador.

Cara ela é bem divertida. Apresenta vários tipos de racismos, social justice warrior. Ela até se questiona algumas vezes. Talvez vc discorde de muita coisa q acontece ali. Mas ela gera um debate bem legal. E dá para notar principalmente na relação da personagem principal (Sam) com o seu par romântico (Gabe- branco, hetero,classe media com pinta de artista,o qual eu me identifico muitas vezes), q a série espera um questionamento construtivo dentro de sua estrutura. É uma série legal. E possui uma critíca massa. Mas de longe ela quer q vc concorde com tudo o q a Sam diz. Pois a própria personagem se questiona e é questionada.

Patético

Não queridinha. Quem reclama dessa obra panfletária é porque tem bom senso. Bjokas.

Muitas dessas séries foram produzidas, roterizadas e idealizadas por pessoas negras como Um maluco no pedaço, todo mundo odeia o Chris, Eu a patroa e a crianças e etc. Não é um complô televisivo.

ai de mim, que sou um homem branco classe-média e me sinto tããããããão oprimido também. porque fazem tão pouco de nossa dor?!?! Porque?!?!?! ai de mim! DUH!

Gente, é muito engraçado. Pq tudo isso que vc fala tem na série. O povo julga sem assistir, e não sabe o que tá perdendo.É uma pena, pq ela traz questões muito relevantes, traz fatos, argumentos, pontos de vistas de vários ângulos, ainda consegue ser leve, e e engraçada.

Quem gosta de discurso de ódio,bb? Você não pode generalizar as pessoas. Há sempre a ovelha negra do grupo, os extremistas. Não me venha falar que "a esquerda" também faz o discurso de ódio, um não cancela o outro, não vai isentar ninguém. " Contra homens, contra brancos" hahahahahaha, desculpe,tive que rir.

O pessoal se dói mesmo com a série kkkkkkkk Eu não assisti, meu gosto com séries é mais para ficção mesmo, séries como essa ou 13 Reasons Why, por exemplo, não me despertam interesse para assistir, mas você vê alguns cenários padrões quando entra em comentários sobre a série: Você tem as pessoas que não gostaram e expressão esse desgosto com comentário bem esdrúxulos. Tem quem gostou e expressa seu gosto pela série. Tem quem não gostou e expressa de forma correta a sua crítica. E tem as pessoas que taxam como racista quem não gostou da série. É incrível e bizarro a forma como trabalha a mente das pessoas...

White tears aos montes nos comentários. Nada de novo sob o sol.

Mas é claro que alguém como você vai gostar de uma série da estereotipada família negra do suburbio. Zero novidades.

Mais uma série "politicamente correta"

A participação do Tyler (vulgo Chris vulgo carinha que mora logo ali) nós faz lembrar que existem muitas séries protagonizadas por famílias negras que gostamos mas se vc não aprovar essa série chata e planfetária vc é racista

Tudo que a esquerda imunda não gosta é discurso de ódio, enquanto isso eles praticam discurso de ódio o tempo inteiro de boa, contra homens, contra brancos, contra empresários, contra juízes, etc.

panfletário ao extremo, chaaaaato demais

tenho pena de gente que nem você. procure tratamento ou melhor, conhecimento. abração!

Sério? Foda-se!!!! Esquerdinha imundo.

Não posso argumentar contra a qualidade da série, até porque nunca me interessei por assisti-la, mas a audiencia da mesma é bem baixa.

Sim, Sense8 era muitooooo ruim em audiencia, mas o que cancelou ela e Marco Polo foram os gastos exorbitantes das respectivas produções.

Discurso de ódio é tudo aquilo que a esquerda diz que é. Quando são eles que falam é sempre discurso de amor.

Pela crítica pensei se valia mesmo a pena assistir ou se era só mais um politicamente correto que ninguém de fato vê.

Vulgo segundo episódio? Patético...

O negócio é não descer pros comentários, gostei da crítica e gostei muito dessa temporada, principalmente das participações especiais do Tyler James Williams e da Tessa Thompson. As respostas para muitos questionamentos a respeito da série já estão nela, tem que ser muito ignorante pra continuar fazendo e cuspir ofensas.

Mas o que poderia ser mais intelectualmente desonesto do que uma série panfletária??

Meu Deus, assisti a primeira temporada sofrendo. É MUITO ruim. Pode fazer companhia ao Sense8 no limbo do cancelamento.

Sense 8 foi cancelada porque era cara demais, a audiência sempre foi baixa mas se fosse barata seria continuada devido ás criticas positivas . Obs.: Eu acho Sense 8 horrível

Cortou meu coração

tá na cara que vc não assiste mesmo, pq a série trata exatamente dessa intolerância velada e camuflada por liberdade de expressão. isso que vc tá falando nada mais é que preconceito.

Eu estava gostando da série, mas parei de assistir qdo ficou focando só na homossexualidade daquele jovem. Um saco!

Só vc não assiste, a série é boa e tem um bom público, pode não agradar a você.

Mais uma daquelas séries que nem a sua vó assiste, mas que a crítica tenta promover por causa da ideologia progressista de Hollywood. Daqui a pouco é cancelada por falta de audiência igual Sense8. A Netflix gosta de insistir nessas porcarias (pelo amo de deus, quem assistiu Laerte-se?). A Amazon tá chegando aí....fica esperta hein, vai ficar pra trás.

Discurso de ódio é qualquer forma de pronunciamento que promova o ódio. E como esquerdinhas são cheio de ódio e raiva de quem não concorda com eles (mesmo que vc fale somente fatos), discurso de ódio basicamente é qualquer coisa que eles não concordam. Até agora não ficou óbvio pra vc?

Melhor série. Tomara que a Netflix não cancele. E aos que julgam sem assisti-la,que pena.

Poh4,precisa ser gênio pra saber?

Alguém me diz quem é responsável por definir o que é "discurso de ódio"...

Achei essa temporada menos centrada que a primeira (que focou mais na visão de cada personagem diante da festa do Blackface), tendo vários momentos paralelos que ficaram flutuantes demais na trama central do grupo secreto e a repercussão do que houve na primeira temporada (senti falta de um desfecho melhor pro trauma do Reggie). Mas como um todo, a série manteve a ironia, a narrativa sarcástica e as atuações excelentes.

O flashforward no episódio da Coco foi uma tortura, eu pensei que era uma serie de comedia bicho

Assisti a primeira temporada em um dia porém ainda fiquei com um pé atrás. Mesmo com os bons momentos que teve, mas essa segunda temporada foi sensacional e impecável (menos o plot do Troy zzz). O ritmo voltou acelerado e a escolha do drama entorno dos personagens trouxe o peso maior, tornando ate o plot central do troll só mais enredo de conexão, pois os personagens estavam gritando mais atenção. Os melhores episódios em disparado foram o da Coco, a DR de 26 minutos da Sam com o Gabe e o episódio do pai da Sam. Dear White People pode ter seus erros ainda mas a evolução foi gigantesca, uma pena a Netflix meio que ter esnobado a divulgação.

Sinceramente achei a série muito meai boca ,muita lenga lenga apesar dos atores muito bons,canda muito rarápi.

Essa temporada foi simplesmente sensacional, muito mais concisa do que a primeira

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